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preservação digital

09 de jul. de 2026

Modelo OAIS: a norma ISO 14721 que define o que é — e o que não é — um repositório digital confiável

Entenda como o padrão OAIS funciona como critério objetivo para avaliar e contratar soluções de preservação digital. Descubra por que backup não é preservação e como essa distinção impacta risco regulatório e segurança do seu acervo.

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09 de jul. de 2026

Como estruturar um programa de preservação digital: do orçamento ao plano de continuidade de formatos

Preservação digital não é backup. Descubra como traduzir a obrigação regulatória em um programa estruturado, com fases, orçamento realista e manutenção contínua — baseado nas recomendações CONARQ.

preservação digitalplanejamento de preservaçãociclo de vida documental
09 de jul. de 2026

SIP, AIP e DIP: O que realmente acontece com um documento quando entra em um repositório de preservação de longo prazo

Entenda os três pacotes do modelo OAIS que transformam um documento em ativo preservado. Descubra por que metadados, transformação e auditoria não são luxo — são obrigação.

OAISSIP AIP DIPpreservação digital
09 de jul. de 2026

IA na preservação digital: como máquinas estão auditando o que humanos deixam passar

Inteligência artificial não substitui o arquivista — o redefine. Descubra como IA detecta degradação, valida integridade e expõe os vieses que a tecnologia traz consigo, e por que sua organização precisa de um novo perfil profissional para governar dados com segurança jurídica.

inteligência artificial documentospreservação digitalfixidez
09 de jul. de 2026

A Resolução CONARQ nº 51/2023 explicada: o que mudou, o que ela exige e o que os órgãos públicos ainda não perceberam

A Versão 2 das Diretrizes RDC-Arq não é apenas um refinamento técnico: ela expõe o abismo entre conformidade formal e preservação digital real. Descubra quais exigências são inéditas, onde a maioria das instituições falha — e qual é o custo verdadeiro dessa negligência.

RDC-ArqCONARQ Resolução 51preservação digital
09 de jul. de 2026

PDF/A ou PDF comum: a diferença técnica que vai determinar se seus documentos ainda serão legíveis — e juridicamente válidos — em 2050

Aceitar PDF genérico como formato de arquivamento não é uma escolha neutra. É uma decisão de risco que compromete legibilidade futura, validade jurídica e conformidade arquivística. Entenda por que a Orientação Técnica CTDE nº 4 expõe essa vulnerabilidade e o que sua organização precisa fazer agora.

PDF/Aformatos de preservaçãopreservação digital