Artigos, análises e boas práticas sobre memória documental, arquivística e inteligência artificial no setor público.


Migrar um acervo digital entre sistemas é mais que copiar arquivos. Descubra os passos críticos para preservar autenticidade, manter rastreabilidade e passar ileso em auditoria, conforme e-ARQ Brasil e RDC-Arq.

Rescisão de contrato sem cláusulas precisas sobre custódia, transferência e preservação documental é a porta aberta para perda irreversível de acervo. Conheça as 8 cláusulas críticas ancoradas na Lei nº 14.133/2021 que definem se o seu patrimônio institucional sobrevive ao encerramento.

A IA não substitui o arquivista — ela resolve o problema de volume. Descubra como classificar e decidir o destino de milhões de documentos com rastreabilidade e segurança jurídica em escala impossível para equipes humanas.

Um roteiro de autoavaliação prático para detectar falhas na cadeia de custódia sem consultoria externa — usando as mesmas perguntas que auditores e órgãos de fiscalização fazem. Reduza riscos regulatórios e fortaleça sua posição antes da próxima auditoria.

Sua organização ainda guarda dados em mídias obsoletas? Descubra por que agir agora não é luxo — é obrigação regulatória. Confira o guia prático de priorização e execução para migrar acervos com rastreabilidade e valor legal.

Órgãos públicos e grandes empresas acumulam documentos com dados pessoais sem política de retenção, anonimização e controle de acesso. Essa lacuna regulatória silenciosa só emerge na auditoria — e conformidade isolada em cada frente não resolve o problema estrutural.

As enchentes no Rio Grande do Sul expuseram uma vulnerabilidade prevenível: acervos públicos sem digitalização prévia. Analisamos o custo real dessa falha e o que muda quando a preservação digital é estrutural, não emergencial.
“Preservação digital não é backup. Backup protege contra falhas — a preservação protege contra o esquecimento. Entender essa diferença mudou a forma como conduzimos nossos acervos.”

Implementar um Repositório Digital Certificado conforme as diretrizes CONARQ não é checklist de TI. É uma transformação que exige alinhamento de infraestrutura, política institucional e governança de metadados — ou você corre o risco de certificar caos.

Inteligência artificial não substitui o arquivista — o redefine. Descubra como IA detecta degradação, valida integridade e expõe os vieses que a tecnologia traz consigo, e por que sua organização precisa de um novo perfil profissional para governar dados com segurança jurídica.

Em nove anos, três Resoluções CONARQ redesenharam o padrão de conformidade arquivística nacional. Descubra quais mudanças impactam diretamente seu risco regulatório e por que operar com diretrizes desatualizadas é uma vulnerabilidade que auditorias não ignoram.

A Versão 2 das Diretrizes RDC-Arq não é apenas um refinamento técnico: ela expõe o abismo entre conformidade formal e preservação digital real. Descubra quais exigências são inéditas, onde a maioria das instituições falha — e qual é o custo verdadeiro dessa negligência.

Aceitar PDF genérico como formato de arquivamento não é uma escolha neutra. É uma decisão de risco que compromete legibilidade futura, validade jurídica e conformidade arquivística. Entenda por que a Orientação Técnica CTDE nº 4 expõe essa vulnerabilidade e o que sua organização precisa fazer agora.

Confundir gestão arquivística corrente com preservação permanente fragmenta a custódia documental e expõe a organização a riscos regulatórios reais. Entenda por que a Orientação Técnica CTDE nº 3 demanda integração obrigatória — e o que acontece quando ela não existe.
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