Artigos, análises e boas práticas sobre memória documental, arquivística e inteligência artificial no setor público.


Entenda como o padrão OAIS funciona como critério objetivo para avaliar e contratar soluções de preservação digital. Descubra por que backup não é preservação e como essa distinção impacta risco regulatório e segurança do seu acervo.

A passagem de documentos para guarda permanente em repositório confiável é uma obrigação regulatória ignorada por grande parte das organizações. Conheça os pontos de falha mais comuns — e o custo real de não corrigi-los.

Preservação digital não é backup. Descubra como traduzir a obrigação regulatória em um programa estruturado, com fases, orçamento realista e manutenção contínua — baseado nas recomendações CONARQ.

Na implementação do RDC-Arq, o verdadeiro obstáculo não é técnico nem orçamentário — é a ausência de um responsável claramente definido. Quando TI e arquivo se apontam mutuamente como culpados, o acervo institucional fica em suspenso.

Entenda os três pacotes do modelo OAIS que transformam um documento em ativo preservado. Descubra por que metadados, transformação e auditoria não são luxo — são obrigação.

Implementar um Repositório Digital Certificado conforme as diretrizes CONARQ não é checklist de TI. É uma transformação que exige alinhamento de infraestrutura, política institucional e governança de metadados — ou você corre o risco de certificar caos.

Inteligência artificial não substitui o arquivista — o redefine. Descubra como IA detecta degradação, valida integridade e expõe os vieses que a tecnologia traz consigo, e por que sua organização precisa de um novo perfil profissional para governar dados com segurança jurídica.
“Preservação digital não é backup. Backup protege contra falhas — a preservação protege contra o esquecimento. Entender essa diferença mudou a forma como conduzimos nossos acervos.”

Implementar um Repositório Digital Certificado conforme as diretrizes CONARQ não é checklist de TI. É uma transformação que exige alinhamento de infraestrutura, política institucional e governança de metadados — ou você corre o risco de certificar caos.

Inteligência artificial não substitui o arquivista — o redefine. Descubra como IA detecta degradação, valida integridade e expõe os vieses que a tecnologia traz consigo, e por que sua organização precisa de um novo perfil profissional para governar dados com segurança jurídica.

Em nove anos, três Resoluções CONARQ redesenharam o padrão de conformidade arquivística nacional. Descubra quais mudanças impactam diretamente seu risco regulatório e por que operar com diretrizes desatualizadas é uma vulnerabilidade que auditorias não ignoram.

A Versão 2 das Diretrizes RDC-Arq não é apenas um refinamento técnico: ela expõe o abismo entre conformidade formal e preservação digital real. Descubra quais exigências são inéditas, onde a maioria das instituições falha — e qual é o custo verdadeiro dessa negligência.

Aceitar PDF genérico como formato de arquivamento não é uma escolha neutra. É uma decisão de risco que compromete legibilidade futura, validade jurídica e conformidade arquivística. Entenda por que a Orientação Técnica CTDE nº 4 expõe essa vulnerabilidade e o que sua organização precisa fazer agora.

Confundir gestão arquivística corrente com preservação permanente fragmenta a custódia documental e expõe a organização a riscos regulatórios reais. Entenda por que a Orientação Técnica CTDE nº 3 demanda integração obrigatória — e o que acontece quando ela não existe.
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